28 abril 2010

Decotes...


É verdade, chegámos àquela altura do ano. Aquela altura em que desaparecem as camisolas de lã e as mangas compridas, para voltar a hibernar por seis meses, e regressam as mangas curtas, as saias e calções, e... os decotes. O post de hoje foi inspirado no recentemente criado grupo do Facebook Adoro andar e ver um bom decote (no qual se poderão ver mais algumas opiniões e considerações sobre o assunto), mas a maior inspiração veio de sair à rua e constatar que, efectivamente, eles voltaram. Voltaram, e são com certeza uma delícia para os nossos olhos, mas como diz o Jerry Seinfeld no vídeo acima, "Olhar para um decote é como olhar para o sol: não podes ficar pasmado a olhar, dás só uma olhadela e viras-te para o outro lado." Os decotes (e as razões para os usar ou para olhar para eles) fazem parte da mais básica natureza intuitiva humana e sempre foram um problema para quem hiperanalisa a realidade e tenta explicá-la por palavras, como eu. Ou se percebem imediatamente à primeira, ou nunca se conseguirão perceber. Eu tendo a pender para o segundo caso, mas ainda assim vou arriscar dar resposta a duas ou três das questões mais comuns sobre este tema:

Pergunta 1: Porque é que elas usam decotes, mas ralham com os que apanham a olhar para eles?
Como devem imaginar não sou especialista no assunto, por isso não me vou alongar muito na resposta. Mas o meu palpite é que elas naturalmente sabem que têm algo que exerce este poder sobre os homens e não resistem a usá-lo a seu bel prazer. Por outro lado, deve dar-lhes um gozo danado apanhar o seu interlocutor em flagrante e mandar o típico "Eh, estou cá em cima!", embaraçando-o irremediavelmente. Mas também, as mulheres são aquelas que dizem não quando querem dizer sim, como é que querem que eu saiba...

Pergunta 2: Porque é que eles estão sempre a olhar para os decotes delas?
Numa palavra: porque são ir-re-sis-tí-veis. E não estou a falar em irresistível no sentido romântico, mas mesmo no sentido físico, literal da palavra. Simplesmente, não é possível resistir. Aqui tenho de recorrer ao mais básico e primitivo instinto humano, é algo que não se entende nem se consegue justificar. Se houver um decote num campo de visão de um homem, ele vai olhar para ele. Se ele estiver a conversar frente a frente com uma mulher com decote, então ele está tramado, porque vai ter um homenzinho irritante na sua cabeça a chateá-lo a cada 30 segundos e a dizer "olha o decote", "já viste o decote?", "lá está outra vez o decote", "já te esqueceste do decote?", tirando-lhe toda a concentração no assunto da conversa. Por mais boas intenções que tivéssemos de tentar evitar olhar para um decote, não o conseguiríamos fazer, porque reparem: não é uma questão de "tenho de olhar para este decote, não consigo resistir", é antes uma questão de "hã? estou a olhar para o decote? como é que isto aconteceu?". Para vos dar um termo de comparação, assim como não conseguem evitar piscar os olhos de tempos a tempos porque o vosso cérebro os manda piscar mesmo sem vocês saberem, também os olhos masculinos são atraídos para os decotes sem que se apercebam, e só passados alguns segundos é que reparam no que estão a fazer. Bem, o que fazem depois disso é que já pode variar, há os que desviam logo o olhar por segurança, os que arriscam mais um pouco só para melhor assimilar a informação, e o que ficam a "olhar fixamente para o sol", com risco de darem cabo da retina...

Pergunta 3: Porque é que um decote que se vê na rua é mais interessante que uma mulher semi-nua na capa de uma revista?
Esta merece uma resposta mais elaborada e pode dar lugar a alguma divergência de opiniões. Em primeiro lugar, os factos: enquanto os decotes são completamente irresistíveis, conforme já referi acima, as mulheres nuas em capas de revistas não o são. Simplesmente, ao olhar para as mulheres em capas de revistas, temos a sensação que elas são todas iguais, que já está tudo visto, que é sempre a mesma coisa. Ao olhar para os decotes, sabemos igualmente que são todos iguais, mas mesmo assim não conseguimos resistir-lhes. Em relação às razões para isso, postulei duas hipóteses: a primeira é o clássico fascínio do 3D em relação ao 2D, ou, pondo as coisas de outra forma, o facto de o decote que vemos é em 3 dimensões, é real, está perto de nós, em última instância poderíamos até tocar-lhe, em oposição a uma fotografia que é em 2D, é virtual, não é palpável. Mas a segunda hipótese é certamente mais interessante, e é o facto de sermos atraídos pela possibilidade de sermos apanhados a olhar para o decote. Tal como os casos extra-conjugais e o sexo em público, a verdadeira excitação não vem do acto em si mas da possibilidade de serem apanhados a fazê-lo (mesmo que na prática, se isso acontecesse, ficariam muito mais embaraçados do que excitados, e a coisa não correria assim tão bem). E obviamente isto é algo que não se consegue a olhar para uma revista.

Por este motivo, encontramos um paralelismo interessante entre os homens e as mulheres, no que toca a decotes: elas repreendem-nos quando os apanham a olhar, mas no fundo, no fundo, elas gostam que eles olhem. E eles tentam olhar o máximo que puderem sem serem apanhados, quando no fundo, no fundo, eles gostavam que elas reparassem. Como algo tão simples como um decote é capaz de provocar tantas contradições, é algo que está fora dos meus limites de compreensão. Ou se entende da primeira vez, ou nunca se conseguirá entender. Não existe outro remédio que não apelar mais uma vez ao mais básico e primitivo instinto natural humano, e esse não quer saber porque os decotes fazem isto ou aquilo, simplesmente nos diz: "Venham eles!"

23 abril 2010

Top 10 dos Artigos Mirabolantes do Catálogo da D-Mail

Ah, o catálogo da D-Mail, o catálogo da D-Mail... É uma alegria quando chega às nossas casas, bem disfarçado no meio de um jornal ou uma revista! Com uma panóplia de artigos fantásticos de que nós nem sabíamos que precisávamos, mas que dão imenso jeito, o catálogo da D-Mail aparece-nos de surpresa para nos facilitar a vida. Longe vão os tempos do famoso e clássico Massajador Facial (embora ainda exista!), os novos catálogos têm os produtos mais variados, aliados às mais altas tecnologias, para melhorar substancialmente a sua qualidade de vida.

A escolha entre os vários produtos do catálogo é rica e variada, mas eu decidi fazer uma selecção dos melhores artigos deste fantástico catálogo (edição de Março de 2010). Ou melhor, os mais mirabolantes. A crítica não é inédita, uma pesquisa pela Web mostrou artigos semelhantes aqui e aqui. Mas felizmente, os produtos escolhidos neste sites são diferentes do meu Top pessoal. Aqui vai o

Top 10 - Artigos Mirabolantes do Catálogo da D-Mail

Nº 10 - A espátula de bolos irritante

Inserida na categoria "coisas que quando comprei até faziam sentido mas depois de usar não têm jeito nenhum", esta espátula para bolos que toca o "Parabéns a você" quando vai a servir o bolo até pode ser uma boa ideia na teoria, mas imagino quantas vezes ela irá tocar até tirarem a pilha para a lavar e não voltarem a pô-la. Com um toque que adivinho ser semelhante ao dos postais cantantes, não bastarão 30 segundos até que alguém diga "É pá, desliga lá isso!".

Nº 9 - A utilíssima pinça para... torradas

OK, admito que a pinça possa ser muito útil, para agarrar cubos de gelo, ou gomas, ou bolinhas de chocolate, ou azeitonas do frasco, ou, sei lá, alguma coisa do género. Mas para torradas? Qual é o problema de apanhar as torradas com os dedos? Obviamente devem ter pensado que se apanham queimaduras de 2º e 3º grau a apanhar torradas com a mão... Já agora, será que a pinça também barra manteiga?





Nº 8 - Aspirador para quê?

Aspiradores? Vassouras? Isso é coisa do passado. Agora há os Chinelos Deslizantes de Microfibra. Basta calçar os chinelos, e agora: arraste-se pela casa toda. Ah ah, não vale correr, senão há zonas que não ficam limpas. Não se esqueça de ir dar uma volta aos cantos da casa.










Nº 7 - Melhor que enfiar o dedo no nariz

O seu marido ressona e acorda a vizinhança? Não se preocupe. A solução é: enfiar-lhe um clip com duas bolas pelo nariz adentro! Se lhe tapam o nariz ele deixa de respirar, se deixa de respirar... problema resolvido! De qualquer forma, é melhor começar a dormir no quarto ao lado, se fosse eu não queria ficar por perto no momento em que ele espirrasse...

Nº 6 - O saca-rolhas gigante

Aqui está mais um exemplo de como a tecnologia às vezes até parece que nos vem facilitar a vida, e com a melhor das intenções, mas afinal atrapalha mais do que ajuda. OK, o saca-rolhas é electrónico, carrega-se num botão e lá sai a rolha, mas... era preciso uma coisa tão grande? O saca-rolhas é do tamanho da garrafa! Nem pense sequer em tentar colocá-lo na gaveta dos utensílios, ele terá de ocupar o seu lugar na garrafeira, junto com as outras garrafas. Assim como assim, só vejo duas ocasiões em que este saca-rolhas teria sucesso: para utilizar caso seja preciso bater em alguém, e... para o empregado de mesa o trazer dentro do bolso...

Nº 5 - Então não sabe onde guardar os alhos?

Parece ter escapado a esta gente que os alhos se podem guardar num recipiente qualquer, num tupperware dos mais pequenos e dos mais baratos. Mas teria a mesma piada? Não, não teria. Tem que ser um recipiente bonito, em forma de alho, com uma parte branca e outra transparente. Com capacidade para: 1 alho. Não, não tente meter lá duas cabeças de alho, porque só cabe lá uma. Ou quer aproveitar a nossa promoção de levar 3 recipientes para um alho  e pagar apenas 2?

Nº 4 - Adeus queimaduras, olá comida no chão!

Esta pega de aço cromado para tirar coisas do forno só pode fazer sentido na fotografia. Primeiro, pegar nela adivinha-se ser do mais desconfortável possível, e depois a base em forma de mão parece manifestamente insuficiente para pegar nos tabuleiros mais compridos - que coincidentemente, são aqueles que vão mais vezes ao forno! Não tardaria muito até que começássemos a ver a comida no chão... e a pega no caixote do lixo!

Nº 3 - O assador de frangos do Peter Gabriel

Lembram-se do video-clip do Sledgehammer com os frangos a dançar? Pois o Peter Gabriel de certeza que tinha um destes assadores de frangos em casa. Basta enfiar o cone do assador no "buraco" do frango, e poderão observar como o frango assa sem perder a dignidade. Com um bocado de sorte, ainda o vêem a dançar no forno!












Nº 2 - Ideal para passar vergonhas no aeroporto

Quer dar um pouco de cor e textura à sua vida? Que tal vestir o seu trolley? A sua bagagem fica duplamente protegida, com o tipo de protecção que só um pano fino e elástico lhe poderá trazer. É é claro que com estes padrões lindos de morrer, não será de admirar que atraia os olhares indiscretos dos outros transeuntes quando passar de ar decidido no aeroporto com o seu trolley pela mão...


E por fim o...

Nº 1 - O porta-banana

Veja só isto e não me diga que não é aquilo com que sempre sonhou. É um recipiente... para transportar... uma banana! Sempre quis transportar uma banana no bolso das calças mas teve medo que ela se esborrachasse? Agora pode fazê-lo! Quer levar a sua banana na pasta de negócios mas não quer ver documentos embananados? Use o porta-banana! Leve-o sempre na sua mala de senhora: nunca se sabe quando um porta-banana pode ser preciso! Este porta-banana tem uma zona extensível para que possa proteger bananas dos mais variados tamanhos. Não vá em imitações, este é o único utensílio que garante que a sua banana fica devidamente protegida! Porque nunca se sabe quando lhe vai dar a fome...

09 abril 2010

Um tributo à Message Box

Como programador de aplicações desktop (ou seja as que se instalam no computador), volta e meia chega sempre aquela altura nefasta em que tenho de colocar uma caixa de mensagens, uma Message Box, para informar ou perguntar alguma coisa ao utilizador. Falo daquelas caixinhas irritantes que têm botões de OK e Cancelar, ou de Sim e Não, que aparecem sempre quando menos se espera.

Sei que são irritantes porque eu próprio, como utilizador, fico por vezes irritado com elas, quando aparecem repetidamente e muitas vezes sem necessidade. As inúmeras caixas de "posso actualizar o programa?", que nos aparecem à frente sempre que queremos trabalhar nesse mesmo programa e nos fazem perder tempo, são chatas até dizer "chega, vou mas é desinstalar isto que não posso mais". Aliás, uma grande vantagem do browser Google Chrome é a maneira inteligente como ele se actualiza: sozinho, sem nos perguntar nada, sem ter sequer a pretensão de mostrar que foi actualizado. Sem nos fazer perder tempo.

Mas dizia eu que de vez em quando lá vem a necessidade de programar uma dessas caixinhas de mensagens. Porque às vezes tem mesmo que ser, tem mesmo de se informar ou dar a escolha ao utilizador antes de prosseguir. Exemplos disso são as clássicas caixas de "Deseja gravar as alterações?" ou "Tem a certeza de que quer apagar este ficheiro?", que representam uma segurança para o caso de o utilizador ter feito algo que não queria. Mas uma nova caixa de mensagens tem de ser tratada com todo o cuidado: a mensagem deve ser o mais simples e clara possível, os botões não devem ter mais de uma ou duas palavras, a opção pré-seleccionada deve ser escolhida de forma ao utilizador não fazer asneira só por carregar na tecla Enter. Por isso cada vez mais as directivas para programadores são evitar ao máximo as caixas de mensagens, e se não puder evitá-las, fazê-las o mais simples possível:


E isto porquê? Porque depressa ficou provado que grande parte dos utilizadores não lê as mensagens escritas nestas caixas! Para eles uma caixa de mensagens é apenas algo que lhes aparece à frente e de que se têm que livrar o mais depressa possível. A maior parte deles lê as primeiras palavras e toma logo a decisão de carregar no Sim ou no Não; alguns não lêem nada sequer e simplesmente clicam num dos botões esperando que a mensagem desapareça (e se não desaparecer tentam novamente com cada um dos outros). Daí se percebe como pode ser frustrante para um programador, que só colocou a caixa de mensagem porque não tinha alternativa, e que teve tanto cuidado na escolha da mensagem certa, verificar que afinal ninguém a lê. 


Têm-me acontecido algumas situações caricatas com caixas de mensagens nos últimos dias, e por isso gostava de partilhar convosco alguns dos problemas mais comuns. São caixas de mensagens que muitas vezes não funcionam por excessiva pressa do utilizador, quando afinal o problema seria facilmente resolvido se se lesse o que lá está escrito:

1 - Os que cancelam sempre na mensagem de erro.


Eu sei o que estão a pensar. "É uma mensagem de erro, por isso não me interessa, não sou eu que o vou resolver". O problema é que cancelar a operação não vai resolver o problema, porque continuam a precisar de fazer a operação, e quando o fizerem, esta caixa vai aparecer novamente. Mas se lessem a mensagem verificavam que afinal o ficheiro que queriam abrir não existe, ou que o CD que devia estar a correr afinal está na vossa mão, ou que basta clicar no OK para resolver o problema.

Aconteceu há dias algo semelhante com um colega de trabalho: chamou-me porque tinha alterado o nome do PC e o programa XPTO tinha deixado de funcionar porque ainda tinha o nome antigo. Mas quando aparecia a caixa "Deseja alterar as configurações?", ele clicava sempre no "Não". Afinal bastava carregar no "Sim" para que aparecesse uma opção para colocar o nome correcto.

2 - Os que clicam no OK mais rápido que a própria sombra.


Uma mensagem informativa serve para isso mesmo, para informar o utilizador. Por isso, lá porque tem só um botão não é razão para clicar nesse botão o mais rápido possível. A mensagem pode estar simplesmente a dizer o que deve fazer a seguir.

3 - Aqueles para os quais todas as mensagens estão escritas em chinês


Existe a clássica situação do cliente que telefona para a assistência técnica e diz "O programa diz "Insira o CD para continuar." O que é que eu faço?". Não é piada, já tem acontecido. Neste caso, eles até leram a mensagem, mas como vinha numa dessas caixinhas, acharam que não a iam perceber de qualquer forma. Note-se que não se trata de burrice do utilizador, é simplesmente porque ele não quer saber o que a mensagem diz. Mas olhem que às vezes é mais rápido perceber a mensagem do que ligar para assistência técnica...

4 - Os que veem dúvidas existenciais nas caixas de mensagens


Por vezes as caixas de mensagens representam um verdadeiro dilema. A típica "Deseja gravar as alterações?" é normalmente tratada com muito cuidado, as pessoas param realmente para pensar se estão a clicar no botão correcto. Mas isto não é razão para clicar no "Cancelar" só para adiar a resolução do problema, ou, pior ainda, para evitar mexer em computadores só para não ter que lidar com ele. Muitas mensagens não são tão simples como a "Deseja gravar as alterações?", mas o texto da mensagem explicar-vos-á o que está a acontecer e ajudar-vos-á a escolher a melhor opção.

5 - Os que gostam de ver o progresso ficar a meio.


Sim, eu sei, as actualizações são chatas. Mas às vezes um programa tem mesmo de actualizar atualizar, de outra forma não funciona!
Isto aconteceu-me hoje com um cliente. Ao iniciar o computador dele deparou-se repetidas vezes com a imagem de uma barra de progresso a querer actualizar um programa. O cliente clicava sempre no "Cancelar" mas passados dois segundos, a barra de progresso voltava novamente! Ele teve de clicar no "Cancelar" pelo menos umas dez vezes até conseguir fechar o programa completamente. Não percebeu que se deixasse o programa actualizar até ao fim, não só demorava menos tempo a fechá-lo, como da próxima vez que iniciasse o computador, a barra de progresso já não apareceria.
Lembre-se sempre que se cancelar uma operação que precisa de ser feita, ela voltará novamente para o atormentar. Por vezes é preferível perder algum tempo agora para ganhar muito tempo no futuro.

6 - Os que não trocam os seus botões por nada


Há algumas mensagens muita chatas. Por exemplo aquelas que mostram a "dica do dia" ao iniciar o programa, que já passaram tantas vezes que as dicas já deram a volta três vezes. Ou aquelas que dão uma informação importante mas que já passou tantas vezes que já estão fartos de saber.
Mas mesmo assim, continuam a clicar no "OK" para fazer a mensagem desaparecer e nem sequer reparam na opção que diz "Não voltar a mostrar esta mensagem". Esta opção está lá por um motivo. O programador sabe que a mensagem não é para ser vista todas as vezes. Serve para informar o utilizador a primeira vez que a vê, porque da próxima vez ele já sabe e não precisa de a ler novamente.
No entanto, aparentemente, os utilizadores das caixas de mensagens desenvolveram uma obsessão por clicar em botões, de tal maneira que seria impensável usar outras ferramentas (até porque precisam de dois cliques, dois! para fazer a caixa desaparecer. É um escândalo!).
Lembrem-se que tudo o que estiver a mais numa caixa de mensagens está lá para vos ajudar. Se explorarem todas as opções poderão poupar tempo no futuro.